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Os Corvos


Em Os Corvos, LuisFerron e LuisArrieta levam para cena uma questão latente, a Morte, refletindo sobre o Presente sem passado ou futuro, apenas essa certeza, o Presente como sentido vital e a Morte como certeza final.

"Reza a lenda que os Corvos são mensageiros da morte. Quando me deparei a ela, pensar a morte deixou de ter o pesar pregado pela cultura ocidental e as suas crenças. Ao contrário, pensá-la me levou ao encontro da vida e fez vislumbrar um presente sem passado ou futuro, apenas a certeza do presente como sentido vital e a morte como a certeza final. Talvez os Corvos não sejam os mensageiros da morte mas, davida." LuisFerron.


Os Corvos estreou em março no Sesc Pompeia.
Projeto contemplado pelo 20º Programa de Fomento à Dança para a cidade de São Paulo.

FICHA TÉCNICA
Direção: LuisArrieta e LuisFerron
Intérpretes: LuisArrieta e LuisFerron
Projeto de Luz e operação: Mauro Martorelli
Design e operação de Som: Téo Ponciano
Músicos: Pedro Assad (pianista) e Thiago Vilela (violoncelista)
Figurino: FauseHaten
Registro Fotográfico: Clarissa Lambert
Produção: Núcleo Corpo Rastreado
Assessoria de Imprensa: Adriana Monteiro



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LIBÉLULAS DE VIDRO

LIBÉLULAS DE VIDRO
uma celebração às durações efêmeras

Após refletir a morte em "Os Corvos", a primeira criação de duas do Projeto Diálogos Alados - Colóquios sobre a Morte, "Libélulas de Vidro - uma celebração as durações efêmeras" tem como inspiração a poética tarefa de refletir a vida como um sistema tramado por constantes construções e demolições. Se para a primeira obra, junto ao coreógrafo Luis Arrieta, a morte foi o tema disparador, em Libélulas, agora junto aos artistas Andreia Yonashiro, Daniel Fagundes, Daniela Dini e Hedra Hockenbach, mergulhamos em possíveis concretudes e subjetividades contidas nesse espaço de tempo envolvendo nascimento e morte. Cartografias e durações responsáveis por desenhar essa paisagem incerta a qual nomeamos de vida.

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DISCOTHEQUE

Após um longo período de pesquisa envolvendo o tema terreiros, como espaços passíveis e possíveis de relações, Discotheque culmina como outra etapa de pesquisa do coreógrafo, na busca de relações envolvendo encontros fortuitos, uma obra que se estabeleça na horizontalidade da experiência entre artistas e espectadores.

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BADERNA

Instalação coreosonora, inspirada em rituais afro-brasileiros, folguedos e encontros regidos pela presença marcante dos tambores e as suas derivações: jongos, lundus, umbigadas, congadas, candomblé, umbanda, pré-samba, entre outros. Do tambor Batá ao sampler eletrônico, Baderna caminhou na direção de uma criação artística onde a experiência cinética e afetiva é pautada pela resultante do encontro entre tocadores, dançarinos e convivas num espaço de relações.

Se na obra anterior, Sapatos Brancos, o Núcleo buscou argumentos na Dança do Mestre Sala e Porta Bandeira para a construção da sua narrativa, hoje, em Baderna, Ayán, criadora do tambor Batá, Passistas e Iyabas revelam que o axé feminino impera sobre os corpos e as suas sensualidades dançantes.

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SAPATOS BRANCOS

Sapatos Brancos representa um marco na trajetória do Núcleo, um marco também na consolidação da sua identidade poética. A pesquisa cênica-coreográfica trouxe elementos dramatúrgicos únicos e espetaculares. Ao investigar temas e questões que envolvem tradições pertinentes ao carnaval paulistano, as suas escolas de samba e especialmente o ritual presente na dança do Mestre Sala e Porta Bandeira, explorando também a riqueza do seu gestual, desvela significados desse ritual, transitando por onde todas as culturas se comungam, onde gerações, crenças e etnias se misturam, na diversidade cultural numa das maiores festas populares do mundo: o carnaval.

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Luis Ferron
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